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Dor na relação não é normal e tem tratamento.

Muitas mulheres sofrem em silêncio, achando que a dor na relação é culpa delas ou que vão ter que conviver com isso para sempre.

Alguma dessas situações faz parte da sua vida hoje?

Sente dor ou queimação durante a relação, mesmo quando está excitada.

Percebe que seu corpo trava sozinho, mesmo quando você quer relaxar

Tem medo ou sofrimento ao tentar fazer exames ginecológicos

Já pensou que “o problema não é psicológico” ou que a culpa é sua

evitou relações por medo da dor ou frustração

Se sente diferente de outras mulheres por passar por isso

Com acompanhamento adequado, muitas mulheres conseguemretomar a vida sexual sem dor e sem medo.

Isso não é frescura.
E não é culpa sua.

Muitas mulheres passam por situações como essas e acabam acreditando que o problema está “na cabeça”, que estão exagerando ou que algo está errado com elas.

 

Na realidade, quando há dor, medo ou bloqueio durante a penetração, o corpo pode estar apenas reagindo de forma automática, como uma forma de proteção.
Essas reações costumam acontecer sem que a mulher tenha controle consciente sobre isso, mesmo quando existe desejo, confiança no parceiro e vontade de que tudo funcione bem.

 

Essa contração ou travamento não é uma escolha. É uma resposta involuntária do corpo, que pode estar ligada a experiências passadas, tensões emocionais, inseguranças ou até ao medo da dor em si.

 

A boa notícia é que isso pode ser cuidado.
Com acompanhamento adequado, muitas mulheres conseguem entender o que está acontecendo com o próprio corpo e, aos poucos, reaprender a relaxar, com respeito, acolhimento e no seu tempo.

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O que é o vaginismo

O vaginismo acontece quando os músculos da vagina se contraem automaticamente, sem que a mulher consiga controlar esse movimento.
É uma resposta involuntária do corpo, que pode causar dor, queimação ou até impedir completamente a penetração. Inclusive em exames ginecológicos ou ao usar absorvente interno.
Em muitos casos, essa reação está ligada a experiências anteriores, medo da dor, tensões emocionais ou aprendizados inconscientes. Com o tempo, o próprio receio de sentir dor pode fazer o corpo se fechar ainda mais, criando um ciclo difícil de romper sozinha.
Por isso, entender o que está acontecendo é o primeiro passo. Quando o vaginismo é reconhecido e acompanhado da forma adequada, é possível trabalhar esse reflexo do corpo com cuidado, respeito e segurança.

Desde 2010 prezando pelo seu bem-estar

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Como funciona o atendimento

Dar o primeiro passo pode gerar insegurança, e isso é completamente compreensível.
Por isso, o atendimento é pensado para ser acolhedor, respeitoso e no seu tempo, desde o primeiro contato.

Conversa inicial pelo
WhatsApp

Tudo começa com uma conversa discreta e sem compromisso. Nesse primeiro contato, você pode falar sobre o que está sentindo, tirar dúvidas e entender melhor se esse acompanhamento faz sentido para você, sem julgamentos e sem pressão.

Avaliação com profissional especializada

Caso você se sinta confortável em seguir, a avaliação é feita com uma profissional experiente em saúde sexual feminina. O foco é escutar sua história, entender o que está acontecendo com o seu corpo e respeitar seus limites em cada etapa.

Acompanhamento individual e cuidadoso

Cada mulher vive essa experiência de forma única. Por isso, o acompanhamento é personalizado, respeitando seu ritmo, suas emoções e suas necessidades — com o objetivo de ajudar você a se sentir mais segura e confiante com o próprio corpo.

Você não precisa enfrentar isso sozinha. O primeiro passo pode ser apenas uma conversa.

Você não precisa passar por isso sozinha

Uma conversa acolhedora pode te ajudar a entender o que está acontecendo com seu corpo, sem julgamentos, sem exposição e no seu tempo.

Atendimento sigiloso • Conversa humanizada • Online

Perguntas frequentes

Dúvidas mais frequentes que recebemos

Em quanto tempo posso sentir melhora?

Os tratamentos são baseados em evidência e seguem as linhas da TCC e Terapia Breve, focando na solução do vaginismo

O tratamento é preferencialmente online, alguns profissionais atendem presencialmente em Belo Horizonte.

A parceria pode ser convidada a participar, sempre respeitando a paciente e seus limites.

As sessões são sempre sigilosas, respeitando o código de ética da psicologia.

Ficou com alguma dúvida?

Se algo do que você leu aqui despertou perguntas ou inseguranças, você pode conversar com a gente com tranquilidade. Sem julgamentos. Sem pressão. No seu tempo.

Atendimento sigiloso • Conversa humanizada