Discutir a relação pode ser uma boa: veja vantagens da DR positiva

Discutir relação quase sempre é sinônimo de brigas.

Mas precisa mesmo ser assim?

Neste artigo, vamos falar da DR positiva e de como ela pode ajudar o casal a reencontrar a harmonia na vida a dois.

Discutir relação: o que muda na DR positiva

Quando o assunto é discutir a relação, você possivelmente imagine um desentendimento clássico.

Por vezes, começa por um motivo banal, mas desencadeia para a troca de insultos e acusações, com cada um tentando expor os defeitos do outro.

Foi dessa forma que se moldou a imagem da DR (sigla para discutir o relacionamento), como se as brigas que iniciam a partir dela fossem uma regra.

Só que nem no dicionário é assim: discussão se aproxima muito mais de debate de ideias do que de desavença.

E é assim por uma razão simples, veja só:

  • Na DR positiva, o foco se volta à solução de um problema comum.
  • Na DR negativa, o foco se restringe a apontar defeitos do outro.

Então, qual caminho você escolhe na hora de o casal conversar?

Como agir em uma DR

Na vida em casal, quando algo incomoda uma parte, ele se torna um problema em comum.

O mais racional, portanto, é que juntos cheguem a uma solução.

Você conhece bem quem está ao seu lado e, certamente, sabe das habilidades que essa pessoa possui para, junto de você, consertar as coisas.

Só que isso fica difícil quando a discussão já começa com ofensas e acusações, o que abre caminho para o fim do casamento.

Nesse sentido, vale citar um estudo muito interessante, realizado pelos pesquisadores Sybil Carrère (da Universidade de Washington) e John Gottman (psicólogo que é referência mundial em relacionamentos).

Eles descobriram que o início da DR é fundamental para prever o divórcio. Esse foi o desfecho sempre que os casais analisados começaram as discussões com uma alta carga de emoção negativa, como críticas e acusações.

É o famoso apontar o dedo para o outro.

Conforme Gottman relata sobre a pesquisa em seu site, a DR negativa em geral inicia com um ataque da esposa ao caráter do marido em vez de uma queixa específica;

Algo como “você é preguiçoso e nunca faz nada pela casa” em vez de “você não tirou o lixo ontem à noite”.

Em resposta, ele coloca mais lenha na fogueira, o que faz com que os três primeiros minutos ao discutir a relação sejam decisivos para o seu fim.

Veja, por este exemplo, que o problema em questão está na maior participação do marido nas questões da casa.

Enfrentá-lo de forma negativa gera o conflito, mas não soluciona o problema de fato.

Para isso, é preciso investir em uma DR positiva.

A melhor forma de ter uma DR positiva

Nem sempre os casais, sozinhos, conseguem ter uma DR positiva, por mais que seja isso que desejem.

O que acontece em muitos casos é que um descontentamento que por vezes é temporário os impede de enxergar as coisas boas que o outro consegue proporcionar.

Quando recorrem à terapia cognitivo-comportamental, eles se permitem ver outro prisma.

Não se trata de sentar e ouvir o que o especialista tem a lhes dizer, mas de contar com o seu apoio como um intermediário para a solução.

O diálogo entre os parceiros é saudável e útil para preservar a harmonia e fortalecer o vínculo, já que juntos dão conta dos desafios do dia a dia.

O que acha de dar esse passo?

A Clínica Sexestima é uma opção segura e confortável para o casal ter uma conversa madura.

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