De acordo com um estudo realizado pela Wilkes University, nos Estados Unidos, a prática sexual durante o período de isolamento social pode ser um fator benéfico para a saúde dos casais. A pesquisa aponta que a vida sexual ativa aumenta os níveis de IgA, um anticorpo responsável pela proteção do organismo em casos de infecções, gripes e resfriados.

Ao promover a liberação de endorfina e serotonina, a atividade sexual é capaz de aliviar o estresse, a tensão e a ansiedade gerada durante a quarentena. Além disso, esses hormônios estão diretamente ligados à sensação de prazer, satisfação e felicidade, fatores que contribuem para a melhora física e também emocional.

É válido ressaltar que não há nenhuma comprovação científica da eficácia do sexo no tratamento do novo coronavírus, e ainda mais importante frisar que, apesar de não haver evidências de contágio da doença por meio das relações sexuais, a prática sexual só é recomendada para os parceiros fixos que morem juntos ou que estão passando por esse período no mesmo ambiente!

Para os solteiros ou para aqueles que estão separados de seus parceiros devido à pandemia, recomenda-se a masturbação, sem excessos, que pode ser uma ótima maneira de encontrar o prazer sexual e explorar seu próprio corpo, ou ainda a prática de sexting, através de mensagens, nudes e videochamadas picantes!

Referência: www.correiobraziliense.com.br

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Rodrigo Torres Psicólogo e Terapeuta Sexual - CRP 04/26857

CRP 04/26857 Psicólogo e Sexólogo, Máster em Sexologia Clínica e Saúde Sexual pela Universidade de Barcelona - Espanha e Especialista em Terapia Sexual - SBRASH Coord. Instituto Ibero-americano de Sexologia no Brasil. Mais de 20 anos de atuação.

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