Por que é tão difícil terminar um relacionamento?

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Os olhares, o flerte, o primeiro contato, o primeiro beijo, a primeira noite de sexo: tudo parecia muito fácil e natural, lembra?

Cada gesto conseguia afirmar “eu tenho interesse e vontade de estar com você”. Todavia, por motivos diversos, um dos dois descobre que aquela a união já não faz mais sentido.

Agora a afirmação muda e o discurso parece ficar preso na garganta ao tentar dizer: “foi bom, mas acho que a gente não deveria mais ficar juntos!”

Por que é tão difícil terminar um relacionamento, mesmo tendo certeza que aquilo já não está fazendo bem? Confira abaixo!

A dor do término

Distanciar-se de  alguém pode ser muito doloroso. E mesmo que essa ruptura signifique que a pessoa esteja apenas buscando outro rumo para a sua vida, o sentimento é parecido com o luto.  

Muitas vezes, quando relacionamento acaba, o casal jamais volta a se ver. Todos os sonhos e planos traçados se esvaem como em um passe de mágica. Como resultado, um vazio se instala e pode durar por algum tempo.

Além disso, a ideia de machucar uma outra pessoa causa muita aflição. Isso porque, mesmo sabendo que amor tenha acabado, pode ainda existir um grande carinho e respeito pelo parceiro ou parceira.

Amigos e círculo social

Relacionamentos, principalmente os de maior duração, tendem a criar pontes entre diversos indivíduos. Assim, amigos e parentes se envolvem, em menor ou maior grau, na relação que a princípio era apenas do casal.

Muitas vezes esses contatos ficam restritos a alguns almoços de domingo e encontros no natal. No entanto, não é raro que vínculos mais profundo sejam forjados, como amizades sinceras e duradouras.

Esse é outro motivo que traz dificuldade ao término do relacionamento. É natural o questionamento de como essas amizades vão sobreviver e se encaixar depois da ruptura.

Filhos

A constituição de uma família, com filhos, casa e animais de estimação, frequentemente faz parte de uma relação estável.

Tudo muito natural, não é mesmo? Entretanto, quando a separação parece ser inevitável, é comum que os pais considerem os sentimentos dos filhos na situação.

Afinal, a circunstância do término inevitavelmente afetar a vida dos filhos, que serão expostos a uma nova rotina e dinâmica entre seus pais.

Medo da solidão

Somos seres sociais e a ciência já consegue provar o efeitos que os bons relacionamentos interpessoais têm sobre nossa saúde.

Um estudo realizado pela Universidade de Harvard acompanhou um grupo de pessoas por boa parte de suas vidas, entrevistando-os em diversos períodos para averiguar seus níveis de felicidade.

 

A conclusão foi que as pessoas que declararam vidas mais satisfatórias foram aquelas que investiram tempo e dedicação em suas relações sociais, como amigos, comunidades e relacionamentos amorosos.

No entanto, a qualidade desses relacionamentos também influenciaram o resultado. Assim, se um casal passa a maior parte do tempo brigando e se estressando, dificilmente isso será de grande valia na qualidade de vida dos dois.

O lado positivo é que nenhum dos motivos apresentados neste texto têm efeitos permanentes: a dor passa, as amizades encontram maneiras de perdurar, os filhos se adaptam e a solidão é amenizada.

O grande desafio, na verdade, é entender os motivos que estão te levando a pensar no término da relação e trabalhar a melhor solução.

Muitas vezes, é possível fazer ajustes e trazer o relacionamento de volta aos trilhos da felicidade a dois. A terapia de casal pode ajudar nesta fase e, se precisar de nós, estamos à disposição. É só entrar em contato.

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